terça-feira, 8 de dezembro de 2015

O que você precisa saber sobre o câncer de esôfago

O esôfago é um órgão do aparelho digestivo localizado entre a faringe e o estômago e que se estende por 25 centímetros. Trata-se de um tubo muscular essencial para o processo de digestão, responsável por conduzir o alimento da boca até o estômago.

O câncer de esôfago é uma doença em que as células malignas começam a se desenvolver no revestimento interno do órgão.

No Brasil, o câncer de esôfago é o 6º mais frequente entre os homens e o 15º entre as mulheres. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), em 2014 foram registrados, ao todo, cerca de 10.780 novos casos de câncer de esôfago, sendo 8.010 homens e 2.770 mulheres.

Segundo o último levantamento do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), em 2011, o Brasil registrou 7.636 mortes em razão da doença naquele ano, sendo 5.961 homens e 1.675 mulheres.

Tipos
Existem dois tipos principais de câncer de esôfago: o carcinoma epidermoide escamoso, responsável por cerca de 96% dos casos, e adenocarcinoma. Há também alguns tipos mais raros, com incidência menor que 1%: linfomas, sarcomas, carcinomas de células pequenas e tumores adenoides císticos. Eles diferem tanto quanto à morfologia e localização quanto às causas.

Carcinoma epidermoide escamoso
É o tipo responsável por quase a totalidade dos casos de câncer de esôfago. A doença se desenvolve na região superior ou média do músculo e tem origem nas células escamosas, como o próprio nome indica. Suas causas mais frequentes estão relacionadas ao consumo exacerbado de álcool e ao tabagismo.

Adenocarcinoma
Este tipo de câncer surge de células glandulares, geralmente da parte inferior do esôfago, e está relacionado à doença do refluxo gastroesofágico, à obesidade e ao tabagismo.

Fatores de risco
Acredita-se que a irritação crônica do esôfago pode contribuir para as mudanças no DNA das células que revestem o órgão, levando ao câncer. Fatores que causam essa irritação e que, portanto, aumentam o risco de câncer de esôfago incluem:

- Ingestão exacerbada de bebidas alcoólicas;

- Refluxo biliar;

 - Acalasia;

- Ingestão de líquidos muito quentes;

- Adotar uma dieta pobre em frutas e verduras;

- Doença do refluxo gastroesofágico (DRGE);

- Obesidade;

- Esôfago de Barrett;

- Radiação na região do peito ou do abdômen superior;

- Tabagismo;

- Tilose;

- Síndrome de Plummer-Vinson.

Sintomas
Em sua fase inicial, o câncer de esôfago não apresenta quaisquer sinais ou sintomas. No entanto, com o progresso da doença, alguns sintomas característicos deste tipo de câncer começam a aparecer, como:

- Dificuldade ou dor ao engolir
- Dor retroesternal (atrás do osso do meio do peito)
- Dor torácica
- Sensação de obstrução à passagem do alimento
- Náuseas e vômito
- Perda de apetite.

Na maioria das vezes, a dificuldade de engolir (disfagia) é um sinal de que o câncer já se encontra em estado avançado. Por causa dos sintomas, é comum que os pacientes percam muito peso. Casos extremos podem chegar a até 10% do peso corporal perdido.

A detecção precoce do câncer de esôfago é muito importante, já que a doença não manifesta sintomas em sua fase inicial, é bastante agressiva e progride rapidamente – podendo haver o sério risco, inclusive, de disseminação das células cancerosas para estruturas vizinhas do esôfago e para gânglios linfáticos, além do surgimento de metástases.

Diagnóstico
O diagnóstico de câncer de esôfago é feito, principalmente, a partir dos resultados obtidos numa endoscopia digestiva, exame de imagem que investiga o interior do tubo digestivo.

O médico também poderá optar por estudos citológicos (das células) e por métodos com colorações especiais para realizar o diagnóstico. Com o diagnóstico precoce, as chances de cura atingem 98%.

Na presença de disfagia para alimentos sólidos, o que provavelmente significa que a doença encontra-se em estado mais avançado, é recomendado um estudo radiológico contrastado e também uma endoscopia com biópsia ou citologia para confirmação.
Para saber o estágio do tumor, são feitos alguns exames específicos, como uma tomografia computadorizada e uma tomografia por emissão de pósitrons. Os estágios do câncer de esôfago são:

Estágio I - O câncer ocorre nas camadas superficiais das células que revestem o esôfago.

Estágio II - O câncer já invadiu camadas mais profundas da mucosa do esôfago e pode se espalhar para os nódulos linfáticos próximos.

Estágio III - O câncer se espalhou para as camadas mais profundas da parede do esôfago, para os tecidos próximos ou, ainda, para os gânglios linfáticos.

Estágio IV - O câncer se espalhou para outras partes do corpo.

Tratamento

O tratamento para câncer de esôfago pode ser feito em três abordagens distintas ou combinadas: cirurgia, radioterapia e quimioterapia. Geralmente, uma combinação dos três tipos pode ser mais eficiente do que qualquer um deles isoladamente, mas o médico avaliará qual a melhor opção para cada caso. 


FONTE: MINHA VIDA

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Convivendo com um paciente oncológico: como ajudar


O diagnóstico do câncer traz consigo uma série de sentimentos confusos e de difícil compreensão, não apenas para o paciente, mas também para os familiares e amigos que desejam ajudar, mas não sabem como. As dúvidas são muitas: “o que e como falar?”, “sobre o que devemos conversar?”, “como posso ajudar?”, entre tantas outras.
Não há uma maneira certa ou errada para agir nesse momento. Aos poucos, todos (paciente, amigos e familiares) encontrarão a melhor forma de conversar de forma aberta e sincera sobre a doença. Mas sugerimos algumas que poderão ajudar:

- Busque informação
Entender um pouco sobre o câncer poderá ser útil nesse momento. Sempre que for possível, leia e aprenda algo sobre a doença e seu tratamento. Assim, você poderá compreender melhor a fase pelo qual o paciente está passando.

-  Cuide de sua ansiedade e procure controlá-la
É compreensível que você esteja preocupado e ansioso por notícias, sobre o avanço do tratamento e tudo mais que se refira à saúde do paciente. No entanto, é preciso se colocar no lugar da pessoa. Imagine o “bombardeio” de perguntas e questionamentos enfrentados todos os dias e quão cansativa essa rotina pode ser. Por isso, mantenha-se presente, oferecendo assistência, companhia durante as consultas e tratamentos, mas tenha empatia sempre.

- Ofereça ajuda
Durante o tratamento oncológico, são necessárias algumas mudanças e adaptações na vida de todos da família. Pergunte de que forma você pode ajudar nesse momento, lembrando que pequenas atitudes podem ser de grande valia. Fazer as compras, levar as crianças para a escola, buscar o resultado de um exame ou preparar uma refeição são gestos sempre bem-vindos.

- Ouça
Se, no momento, não houver nada que você possa fazer e, mesmo assim, deseja ser útil de alguma forma, apenas escute. Muitas vezes, ouvir o que o paciente tem a dizer ou respeitar o seu silêncio são formas de grande ajuda.

- Faça visitas
Se você deseja fazer uma visita, lembre-se: ligue antes e pergunte qual o melhor dia e horário. É importante saber que os dias após uma cirurgia são bastante difíceis por conta dos pontos e da reabilitação, assim como os dias seguintes à quimioterapia. Alguns pacientes costumam apresentar episódios de náuseas e vômitos ou se sentir muito cansados e sem ânimo para nada, inclusive para receber visitas. Seja compreensivo, se ele não puder ou quiser falar ao telefone. Com o passar dos dias, os efeitos colaterais se vão e os pacientes ficam bem mais animados, retomando a rotina de suas vidas.

- Bate papo
Alguns pacientes relatam que não aguentam mais falar sobre o câncer, seus tratamentos e demais detalhes desse assunto. Uma boa opção é você falar sobre a sua vida ou demais questões do cotidiano. O paciente poderá se sentir útil dando-lhe também algum conselho ou ajuda. Caso ele queira falar sobre a doença, e você estiver bem com isso, respeite e ouça. Desviar do assunto ou ouvi-lo sem estar à vontade é sempre pior. A sinceridade e honestidade são pontos fundamentais em qualquer relação.

- Chorar
Eventual ou frequentemente, isso pode acontecer. É importante saber que altos e baixos emocionais são comuns e que, em alguns momentos, você pode perceber que o paciente está mais fragilizado emocionalmente. Se isso acontecer, e você não souber o que fazer, ouça, mostre-se presente e deixe-o desabafar. Se não souber o que falar, fique em silêncio e lhe dê um grande abraço. Se você nesse momento  sentir vontade de chorar, chore. Não tenha medo de expressar seus sentimentos.

- Tenha cuidado ao falar
Algumas pessoas, justamente pela dificuldade em lidar com o câncer, ficam sem saber o que falar diante do paciente. Por conta disso, falam frases do tipo: “nossa, você está muito bem!”, “você está melhor do que eu imaginava!”, “você nem parece ter câncer”, “o seu cabelo já está crescendo?” ou “Você está de peruca? Nem parece”.
Essas frases podem passar a sensação de falta de verdade ao paciente e entristecê-lo. Por isso, não falte com a sinceridade e a sensibilidade nessas horas.

Outras dicas

- Não falte com a verdade dizendo que não há com que se preocupar;

- Ouça o que o paciente tem a dizer sobre seus sentimentos e medos e permita que você também os tenha;

- Caso o paciente esteja demonstrando muita raiva ou frustração, seja compreensivo e não leve para o lado pessoal, porque esses sentimentos são muito comuns em algumas fases da doença. Nessa hora, fique por perto, mesmo que seja em silêncio, e lhe dê apoio. Dessa forma, você permitirá que ele expresse seus sentimentos e reclamações e, ao ser apoiado, se sentirá melhor;

- Fique de olho aos sinais e sintomas da depressão. Se observar que o paciente está depressivo, ajude-o a encontrar um adequado suporte emocional, que pode ser um psiquiatra (caso se trate de uma depressão que precisa ser medicada) ou psicólogo. Converse com o médico que está acompanhando o caso o quanto antes;

- Entenda que o paciente poderá precisar de ajuda para fazer algumas coisas que ele costumava fazer sozinho. Inclusive, pode ser que você precise assumir algumas de suas responsabilidades;


- Lembre-se de que a alteração de paladar é um efeito colateral bastante comum durante o tratamento quimioterápico. Uma dica é você preparar comidas diferentes e servi-las em pequenas refeições durante todo o dia. Esteja pronto para fazer algumas modificações e ajustes no cardápio.

FONTE: CCANCER

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Conheça os sintomas do Câncer de Pele


A pele, o maior órgão do corpo humano, é composta por duas camadas: a epiderme, na parte externa, e a derme, na parte interna. Além de regular a temperatura do corpo, ela serve de proteção contra agentes externos, como luz do sol e calor, agentes infecciosos e agentes químicos (ingestão de arsênico, exposição a raios-X e rádio).

Os cânceres de pele são muito comuns no Brasil (25% dos tumores malignos diagnosticados), e a maioria ocorre por causa do excesso de exposição aos raios ultravioleta do sol.

Eles podem ser de vários tipos. Os mais comuns são os carcinomas (carcinoma basocelular e carcinoma epidermoide) com incidência mais alta, porém menor gravidade, e os melanomas que, apesar de menos frequentes, são mais graves por causa do risco de metástases aumentado.

Pessoas com histórico familiar da doença, de pele e olhos claros, cabelos loiros ou ruivos, albinas, bem como as que se expõem ao sol e a agentes químicos excessivamente e as que têm muitas pintas constituem a população de maior risco para desenvolvimento dessa doença.

Sintomas
A lesão maligna de pele geralmente é rósea, avermelhada ou escura, e apresenta crescimento lento, mas progressivo. Também pode ter o aspecto de ferida que não cicatriza, ou de pintas que crescem devagar, mas que coçam, sangram ou apresentam alterações de cor, consistência e tamanho (geralmente maior que 6 mm). 

Outras características importantes dessas lesões são a assimetria e as bordas irregulares.

Como os cânceres de pele podem apresentar características diversas, a pessoa deve procurar um médico sempre que notar uma lesão nova ou quando uma lesão antiga sofrer algum tipo de modificação.

Diagnóstico
O diagnóstico leva em conta o aspecto clínico da lesão, sua coloração e forma e o resultado da biópsia dos tecidos da própria lesão e dos que estão ao seu redor.

O diagnóstico precoce é muito importante, já que a maioria dos casos detectados no início apresenta bons índices de cura.

Tratamento
O tratamento inicial consiste na retirada cirúrgica da lesão e do tecido ao redor.

Quimioterapia ou radioterapia são recursos terapêuticos utilizados nos casos mais graves.

O tipo de tumor é menos importante do que o seu tamanho no momento da definição do tratamento e o prognóstico.

Recomendações
- Faça regularmente um autoexame de pele e observe se há alguma mancha, lesão, ferida, sinal ou pinta nova ou que apresente alguma modificação. Não se esqueça de examinar também a palma das mãos, os vãos entre os dedos, a sola dos pés e o couro cabeludo;

- Evite a exposição excessiva ao sol, principalmente entre 10 e 15 horas. Use filtro solar com proteção adequada ao seu tipo de pele, além de chapéu e roupas para se proteger;

- Evite as queimaduras de sol, principalmente durante a infância e a adolescência, fase em que as pessoas costumam expor-se mais ao sol;

- Evite câmeras de bronzeamento artificial;


- Vá ao dermatologista regularmente, se você tem pele muito clara, que fica vermelha facilmente quando exposta ao sol e/ou histórico de câncer de pele na família.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

O que a Dieta do Mediterrâneo previne


Itália, Espanha, Grécia, Egito, Líbia, Marrocos, Turquia e Líbano são países com inúmeras particularidades no que diz respeito às suas culturas, tradições e religiões. Mas, em comum, eles são países banhados pelo mar Mediterrâneo e que compartilham muitas semelhanças de clima, temperatura e solo, influenciando na agricultura e nos costumes alimentares dessa região.

No cardápio mediterrâneo, nota-se um intenso consumo de frutas, hortaliças (verduras e legumes), cereais, leguminosas (grão-de-bico e lentilha), oleaginosas (amêndoas, azeitonas, nozes), peixes, leite e derivados (como iogurte e queijos), vinho, azeite de oliva e uma enorme variedade de ervas de cheiro, que dão cor e sabor especiais aos pratos. Outras características dessa culinária: baixo consumo de carnes vermelhas, gorduras de origem animal, produtos industrializados e doces, alimentos ricos em gordura ou açúcar.

O que esses alimentos oferecem:
- Frutas e hortaliças: Grande quantidade de vitaminas, minerais, fibras e antioxidantes que ajudam na prevenção ao câncer.

- Cereais: Fontes de carboidratos, eles fornecem energia ao corpo. Os cereais integrais, além disso, são fontes de fibras, nutrientes, minerais (zinco, fósforo e magnésio) e vitaminas.

- Leguminosas: Possuem fibras e proteínas vegetais. O consumo regular combate a constipação (prisão de ventre), diminui o nível do colesterol ruim (LDL), previne o aparecimento de doenças cardiovasculares e o câncer de intestino.

- Oleaginosas: Fornecem as gorduras boas (mono e polinsaturadas), que ajudam a reduzir o colesterol. Possuem Vitamina E e Selênio, que possuem  importante ação antioxidante.

- Peixes: Ricos em ácidos graxos ômega – 3. Diminuem  os riscos de doenças cardiovasculares e AVC, redução da pressão arterial, das taxas de triglicérides e colesterol total no sangue, além de ação anti-inflamatória.

- Leite e derivados: São fontes de cálcio que contribui para a prevenção da osteoporose.

- Vinho tinto: Alta quantidade de flavonoides (antioxidantes). Evita a formação de placas de gorduras na parte interna dos vasos sanguíneos e diminui o risco de doenças cardiovasculares. O consumo, no entanto, não deve ultrapassar uma taça ao dia.


- Azeite de oliva: É rico em ácido graxo monoinsaturado, que auxilia no aumento do colesterol bom (HDL) e na saúde do coração.

FONTE: DIETAE SAÚDE

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Entenda a Leucemia Mieloide Aguda


Leucemia Mieloide Aguda (LMA) é um tipo de câncer que ataca as células mieloides, responsáveis pela formação de alguns tipos de glóbulos brancos atuantes na defesa do organismo, principalmente contra infecções.
O desenvolvimento anormal de células  mieloides é considerado maligno, ao não executar sua função no organismo e se acumular na medula óssea, prejudicando a produção de outras células  nessa região.
O termo agudo se deve ao fato de que esse quadro apresenta uma progressão muito ágil, afetando, consequentemente, os nódulos linfáticos, fígado, baço, cérebro, medula espinhal e testículos.
É o tipo mais comum de leucemia aguda entre os adultos (principalmente homens acima dos 65 anos) e sua incidência aumenta com o envelhecimento.
Outros fatores de risco são:
- Alguns tipos de quimioterapia e radioterapia, além da exposição a altos níveis de radiação;
- Exposição a componentes químicos perigosos, como o benzeno, substância presente no cigarro, entre outros;
- Pessoas com mielodisplasia, policitemia vera e trombocitemia, síndrome de Down e outras doenças genéticas;

Sintomas gerais de Leucemia Mieloide Aguda:
Os sintomas iniciais da LMA parecem os de uma gripe ou de outra doença comum. Além disso, a maior parte dos sintomas está relacionada à diminuição da produção das células sanguíneas. Em geral, eles variam de acordo com a deficiência de cada célula:
- Dor nos ossos;
- Perda de peso;
- Aumento dos nódulos linfáticos.

Sintomas da redução dos glóbulos vermelhos:
- Fadiga e fraqueza;
- Respiração encurtada;
- Palidez;
- Dores de cabeça;
- Tonturas.

Sintomas da redução dos glóbulos brancos:
- Febre;
- Infecções recorrentes.

Sintomas da redução das plaquetas:
- Facilidade em formar hematomas;
- Sangramentos anormais que podem ocorrer no nariz e gengivas.
Caso o médico suspeite de um caso de LMA, o diagnóstico será feito com base nos resultados dos exames de sangue, punção lombar e mieolografia.

A escolha do melhor tratamento dependerá de fatores como idade, subtipo de leucemia e a saúde como um todo. Em geral, o tratamento é dividido em duas fases: a terapia de indução de remissão (geralmente, a quimioterapia) e a terapia de consolidação (podendo ser quimioterapia, radioterapia, medicamentos e até transplante de células tronco). O diagnóstico precoce da doença, como em tantos outros tipos de câncer, amplia as chances de cura do paciente.

FONTE: MINHA VIDA